domingo, 13 de janeiro de 2008

o que em dia matei chico

Chico foi assassinado hoje, numa tarde de um domingo ensolarado, aqueles dias perfeitos para se tomar uma Polar embaixo de uma árvore. Todas suas fotos foram queimadas pela assassina num recipiente indiano que logo foi colocado num jardim que não floresce mais. Lá só tem concreto, maçãs podres e erva-daninha. Nenhum ser com vida aceita viver nesse jardim.
A assassina, Anaïs Nin, presa no local, diz que não pretendia cometer o ato, que caracterizou como defesa própria. Os restos mortais de Chico serão cremados no coreto da praça pública e todos aqueles que um dia o conheceram, seja por sua vida boêmia agitada, seja por seus comentários ácidos, estão convidados a participar do cortejo fúnebre.

Para se perder na história um pouco mais, volte aqui.

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